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A mística do império no Estado Novo debatida no Museu Bernardino Machado voltar lista
12-09-2014

No passado dia 12 de Novembro, decorreu mais uma etapa do ciclo de conferências organizado pelo Museu Bernardino Machado, este ano dedicado à temática das “Ideias e práticas do colonialismo português”.

O convidado de honra foi Pedro Aires Oliveira, que exerce atualmente a função de Professor do Departamento de História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sendo Doutor em História Institucional e Política Contemporânea por esta universidade. Pedro Aires de Oliveira foi também, entre 1999 e 2003, Chefe de redação da revista Política Internacional e, entre 2004 e 2008, foi Chefe de redação da revista Relações Internacionais. Entre as publicações mais recentes contam-se, entre outras, "O Fim da URSS, a Nova Rússia e a Crise das Esquerdas" (Colibri, 2013), e “A Grã-Bretanha e a questão colonial portuguesa, 1945-1975" (Tinta da China, 2007) que venceu o Prémio de História Contemporânea da Fundação Mário Soares.

Pedro Aires de Oliveira escolheu para tema da sua intervenção “ Armindo Monteiro e a mística do Império”. O professor lisboeta que em 1998 obteve o grau de mestre com uma dissertação sobre Armindo Monteiro, depois publicada em livro (Armindo Monteiro, uma biografia política, Betrand, 2000), deu a conhecer a ação desta personalidade ímpar do período do Estado Novo que, entre 1929 e 1943, foi sucessivamente subsecretário de Estado das Finanças de Salazar, ministro das Colónias, ministro dos Negócios Estrangeiros e embaixador de Portugal em Londres.

Da sua intervenção ficou claro que a “mística do império” na época salazarista resultou de vários mecanismos de propaganda, a saber, exposições nacionais e internacionais, congressos, cruzeiros às colónias, imprensa especializada na temática colonial, prémios e subsídios literários, selos, cartazes e postais, toponímia, artes (estatutária, arquitetura, pintura) e cinema, pois, para Armindo Monteiro, “ Portugal continua voltado para o Ultramar, para prosseguir a sua história” (Novembro de 1931) e “No Ultramar está o verdadeiro ideal português” (Junho de 1933).

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