Hello, you either have JavaScript turned off or an old version of Macromedia's Flash Player. Click here to get the latest flash player.
PÁGINA INICIAL
O MUSEU
BERNARDINO MACHADO
EXPOSIÇÕES
ACTIVIDADES CULTURAIS
SERVIÇO EDUCATIVO
ARQUIVO PARTICULAR
LOJA
NOTÍCIAS
»RECENTES
»ARQUIVO
»RECORTES IMPRENSA
AGENDA
FAQ'S
LIVRO DE HONRA
LINKS
CONTACTOS
PESQUISA
NEWSLETTER
 Siga-nos no Facebook
NOTÍCIAS ... RECENTES
Vivências de Angolavoltar lista
17-02-2014
Decorreu, conforme o programado, no Museu Bernardino Machado, no dia 14 de Fevereiro, a primeira conferência do VII Ciclo de Conferências de 2014 (com a temática “Ideias e Práticas do Colonialismo Português”), tendo sido o conferencista o Prof. Adriano Vasco Rodrigues. Investigador do Centro de Estudos Africanos da Faculdade de Letras do Porto, o Prof. Vasco Rodrigues considerou que “as nossas colónias não foram paraísos” e, por outro lado, recorrendo à autoridade historiográfica, “não é nas colónias que o império se perde; é na metrópole”.

Anunciando o processo da colonização no seu processo inicial face aos descobrimentos, o Prof. Vasco Rodrigues, para além de analisar o processo de descolonização a seguir ao pós-25 de Abril, considerando que a colonização não acabou, mas continuando noutros moldes, evocou que o que então aconteceu no início do século XX foi a “rapina de África” dos estados europeus face ao seu mesmo imperialismo.

Se numa fase inicial os portugueses se fixaram ni litoral (caso de Angola), só numa fase posterior foram-se deslocando para o interior, através dos missionários e dos “pombeiros”, isto é, dos vendedores ambulantes.

Considerando a sua experiência pedagógica e científica, nomeadamente influenciado pela pedagogia francesa através dos “Cahiers Pédagogiques”, salientou o Prof. Vasco Rodrigues que, quando saiu de Angola, esta detinha 11 liceus, face aos 4 quando chegou.

Salientou que Portugal foi o primeiro país europeu a ter o ensino primário obrigatório em Angola. Em termos sociais, Angola era a “terra das macas”, isto é, era a terra das irritações, das zangas, das explosões, das invejas, tudo isto provocado pelas sucessivas depressões.

Para além do problema da compreensão da linguagem (verificado na política da integração), a sociedade angolana era uma terra de bom-humor, da má-língua contundente, assim como de uma fantástica solidariedade.

A prepotência dos quadros administrativos, o desconhecimento da lei, a demora das respostas face aos processos administrativos de Lisboa, eram igualmente outras características da sociedade angolana.


Galeria de Fotos

Museu Bernardino Machado   Museu Bernardino Machado

Copyright 2006 Município de Vila Nova de Famalicão. Todos os direitos reservados. | handmade by Brainhouse
Política de Privacidade | Centro de Apoio ao Consumidor
Co-financiado: