| EXPOSIÇÕES ... EXPOSIÇÃO PERMANENTE |
| FAMALICÃO, A ÉPOCA E AS GENTES |
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Hello, you either have JavaScript turned off or an old version of Macromedia's Flash Player. Click here to get the latest flash player. | | |  | | |  | | | Criação do Concelho
O concelho de Vila Nova de Famalicão, criado em 1835, primeiro como realidade judicial e, a seguir, como entidade administrativa plena, passou a integrar no seu espaço territorial, os antigos Julgados de Vermoim e o Couto de Landim, outrora um domínio do Mosteiro de Landim dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho.
Num ofício datado de 23 de Setembro de 1835, o Governador Civil de Braga, Francisco Manuel da Costa, nomeou António Ribeiro de Queiroz Moreira para Presidente da Comissão Municipal, com competência para tratar da instalação da nova autarquia, isto é, tratar dos negócios mais urgentes do Concelho, regulando-se pelas Leis vigentes porque se governam as Câmaras Municipais, até a realização de eleições para a vereação.
A 28 de Setembro do mesmo ano teve lugar, na Casa do Paço, localizada na Praça da Mota, a reunião da Comissão Organizadora do Município de Vila Nova de Famalicão, à qual assistiu o administrador do concelho, Francisco Jerónimo de Vasconcelos e Castro, e os membros da Comissão Municipal.
Em Janeiro de 1836 era eleita a primeira vereação da história do município, presidida por Manuel de Sá Malheiro Sottomayor.
O desenvolvimento urbanístico que, entretanto, se verificou, levou D. Maria II a conceder Carta de Foral, no ano de 1841, elevando Famalicão à categoria de Vila.
Desenvolvimento Económico, Social e Cultural do Concelho
Em meados do século XIX, Famalicão entrou na rota do progresso com o lançamento de um conjunto de projectos que visavam dotar a vila de infra-estruturas ferroviárias e rodoviárias, e com a instalação de equipamentos públicos. Data deste período, a construção da rede viária de ligação do concelho a Braga, Porto e povoações vizinhas, a inauguração do caminho-de-ferro (1875) e a edificação do Hospital de S. João de Deus (1878) e dos Paços do Concelho (1881). Paralelamente assistiu-se, também, na década 90 deste século, à reorganização e concentração fabril da indústria têxtil do vale do Ave.
No plano social, cultural e político, sobressai um conjunto notável de vultos intelectuais: Camilo Castelo Branco, Alberto Sampaio, José de Azevedo Menezes, Bernardo Pinheiro Correia de Melo (Conde de Arnoso), Sebastião de Carvalho, Daniel Rodrigues, Júlio Brandão e Nuno Simões. | | | |
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